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Confira
os livros organizados por Jorge Nóvoa e alguns textos publicados
na internet.
Para conhecer toda a sua produção, acesse o seu
currículo na
Plataforma Lattes do CNPq. |
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Cristiane Nova
e Jorge Nóvoa organizaram o livro Carlos Mariguella:
o homem por trás do mito (Editora da UNESP, 1999), 30
anos após o assassinato do líder comunista.
A proposta foi fazer um balanço historiográfico de
sua vida e obra sem, no entanto mistificá-lo, procurando
sempre incorporar criticamente o seu legado político.
O livro apresenta uma coletânea de textos do próprio
Mariguella, cadernos de fotos, além de entrevistas, relatos
e artigos de, entre outras pessoas, os organizadores, Ana Montenegro,
Antônio Câmara, Carlos Augusto Mariguella (filho), Clara
Charf, Emiliano José, Florestan Fernandes, Jacob Gorender
e Jorge Amado. |
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Em um momento de crise do sistema capitalista, Marx permanece cada
vez mais atual e incontornável. Os 15 artigos reunidos pelo
professor Jorge Nóvoa no livro Incontornável
Marx (EDUFBA, Editora da UNESP, 2007) mantêm em comum
a perspectiva de uma leitura crítica e renovada das idéias
de Karl Marx e rompendo com as leituras evolucionistas, teleológicas
e economicistas da obra do filósofo alemão.
Escritos por intelectuais brasileiros e estrangeiros, estes textos
estão agrupados em três grandes áreas:
Da história imediata: estrutura e crise;
Da história na longa duração: agentes e problemas
históricos e
Da teoria: problemas teóricos e investigações.
O critério utilizado pelo organizador foi reunir objetos
e problemáticas pouco estudadas por importantes autores que
se reivindicam de modo diferenciado da teoria de Marx e que se encontram
em pontos distintos do planeta. Boa parte deles se encontra atuando
no Brasil, mas alguns outros vivem em outros países e são
mais ou menos desconhecidos do "grande" público
leitor brasileiro de Marx. São também desconhecidos
de intérpretes e atualizadores brasileiros, especialmente
as novas gerações de professores, pesquisadores e
interessados diversos. |
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O
livro Cinema-História: teoria e representações
sociais no cinema (Ed. Apicuri, 2008), organizado
por Jorge Nóvoa e José D'Assunção Barros,
reúne artigos de pesquisadores que buscam, através
das imagens em movimento, analisar a sociedade que as produziram.
O cinema, quando surgiu, foi tratado como arte menor, diversão
para iletrados. Entretanto, com o desenvolvimento desta forma de
expressão, vários intelectuais passaram a freqüentar
as salas cinematográficas e a considerar o cinema, ou pelo
menos alguns filmes, como obras de arte. A partir dos anos 1970,
o historiador francês Marc Ferro introduz, de forma definitiva,
o cinema como fonte para a escrita da História. Tanto filmes
de ficção, narrativas que abordam o tempo presente,
passado ou até mesmo futuro, caso da ficção
científica, quanto os cinema-documental e experimental, todos
podem ser analisados e investigados pela História. Os textos
que compõem este livro foram escritos por historiadores que
trabalham a interação entre estas duas formas de apreensão,
compreensão, análise e leitura da sociedade, aproximando
a imaginação histórica da cinematográfica.
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Cinematógrafo.
Um olhar sobre a história (Ed. da UNESP/ EDUFBA, 2009)
organizado por Jorge Nóvoa, Soleni Biscouto Fressato e Kristian
Feigelson traz para o público brasileiro diversos textos
de autores franceses (Marc Ferro, Pierre Sorlin, Michèle
Lagny, Sylvie Dallet e Sylvie Lindeperg, dentre outros), espanhóis
(Angel Luis Hueso, Glória Camarero, Beatriz de las Heras
e José Maria Caparros), norte-amerciano (Robert Rosenstone),
mexicano (John Mraz), além dos brasileiros (Marcos Silva,
Cristiane Nova, Sheila Schvarzman, José D'Assunção
Barros e Antônio da Silva Câmara). O livro traz uma
forma de abordagem específica para a história e para
o cinema, enquanto memória, arte, documento e representação
da história, quer nas suas manifestações ficcionais,
ou sob a forma de documentários. Sua especificidade se encontra
na originalidade desta abordagem que propõe também
a inevitabilidade de uma abertura transdisciplinar que a relação
cinema-história faz germinar. |
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